A contaminação ambiental dos lixões ou vazadouros a céu aberto no Rio Grande do Sul, onde uma porcentagem significativa dos municípios gaúchos, destinam seus resíduos em lixões. Nesse cenário de má gestão dos Resíduos Sólidos Urbanos – RSU, o Rio Grande do Sul é um estado com grandes problemas, tornando os lixões gaúchos, ambientes bastantes peculiares em relação as diferenças na quantidade de CHORUME (também conhecido como lixiviado) produzida, que varia em função da pluviosidade e no potencial de infiltração de seus solos, que varia em razão de suas características educativas. Desse modo, os riscos de contaminação ao meio ambiente variam de acordo com a especificidade de cada lixão, tais como a contaminação do próprio solo e dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos. Logo, visando avaliar o potencial de contaminação ambiental desses lixões, buscou-se entender a tendência geral de leste para oeste no comportamento dos lixões no estado do Rio Grande do Sul, considerando a diversidade nos aspectos climatológicos e pedológicos, assim como a variação na quantidade de chorume gerada por cada lixão e sua proximidade com recursos hídricos. Os resultados mostraram que o potencial de contaminação dos lixões depende da variação no potencial hídrico de produção de CHORUME, que é intensamente influenciado pela pluviometria, assim como das características inerentes a cada classe de solo, que controlam sua infiltração tanto no subsolo, como no escoamento em superfície, que pode atingir os recursos hídricos superficiais e/ou subterrâneos, a depender se sua proximidade.
No Rio Grande do Sul nós temos nossos vilões, né? São grupos poderosos e com grande poder na mídia. Eles já não sofrem mais com aquele rapaz denunciador que mora em Jurerê, viu? O rapaz já foi comprado.



