A “força” política/administrativa do Grupo Solvi (CRVR/Copelmi) dentro do governo de plantão é impressionante no RS

O passado do Grupo Solvi é impressionante:

O Grupo Solví foi mencionado na Operação Lava Jato por meio de sua controlada, a Revita Engenharia, que contratou a consultoria de José Dirceu (JD Assessoria) e utilizou serviços de contabilidade ligados ao doleiro Alberto Youssef, com repasses que levantaram suspeitas de pagamentos por notas frias, embora a Solví tenha negado irregularidades e afirmado que os pagamentos foram por consultoria legítima para expansão na América do Sul. A empresa também foi uma das que mais doaram a partidos políticos investigados na operação, totalizando R$ 9,7 milhões em doações empresariais, segundo dados de 2014. 

Detalhes sobre o envolvimento da Solví:

Relação com José Dirceu: A Solví Participações pagou R$ 448 mil à consultoria de José Dirceu entre 2007 e 2009 para serviços de expansão comercial.

A contadora de Alberto Youssef, Meire Poza, indicou que a Revita (controlada da Solví) recebeu notas frias, com fraudes de R$ 600 mil, embora a Solví tenha contestado a acusação, afirmando que a contadora mentiu e que auditorias internas provaram a legalidade dos serviços.

A Solví apareceu entre as grandes doadoras de R$ 9,7 milhões para partidos como PT, PMDB e PSDB, que receberam a maior parte das doações empresariais na época.

Outras do Grupo Solvi:

Diretor e empresa do Grupo Solvi que opera aterro de Salvador são indiciados por crimes ambientais em outubro de 2025. Além de denúncias, perícia da Polícia Civil da Bahia constatou prática “típica de degradação ambiental” no local em Salvador

A Battre – Bahia Transferência e Tratamento de Resíduos (do Grupo Solvi), responsável pela operação do aterro sanitário de Salvador, é a responsável pelo crime ambiental. A Battre foi “colocada” em Salvador sem licitação e sem participação pública, viu?

Não é só na Bahia que o Grupo Solvi está com problemas. No Pará há problemas graves…

Os problemas envolvendo o Grupo Solví no Pará estão concentrados principalmente na gestão do Aterro Sanitário de Marituba (região metropolitana de Belém), gerido pela empresa Guamá Tratamento de Resíduos (ligada ao grupo), que enfrentou severas acusações ambientais, ações judiciais e bloqueios de bens. 

No Paraná o Grupo Solvi (através da Essencis Soluções Ambientais) tem problemas:

O Grupo Solví, por meio de suas subsidiárias como a Essencis Soluções Ambientais, enfrenta diversos problemas e controvérsias no Paraná, concentrados principalmente na gestão do seu aterro sanitário na Cidade Industrial de Curitiba (CIC) e questões de compliance.

Em São Paulo o Grupo Solvi também tem problemas:

O Grupo Solví, atuante no setor de valorização de resíduos e engenharia ambiental, enfrenta desafios em São Paulo, principalmente relacionados ao odor, operação de aterros e monitoramento ambiental. As operações da empresa, especificamente a Solví Essencis Caieiras e outras unidades, geram reclamações recorrentes por parte da população local e fiscalização. Empresas do grupo, que atuam na gestão de resíduos, foram mencionadas em relatórios sobre irregularidades na limpeza urbana em São Paulo. O grupo já foi citado em investigações relacionadas à emissão de notas fiscais envolvendo esquemas de corrupção, conforme relatos anteriores, o que gera questionamentos sobre a conformidade em seus negócios. 

Políticos conhecidos do Rio Grande do Sul são muito “amiguinhos” do Grupo Solvi, viu? Dizem que o pessoal da Solvi possui muita força na atua administração do Rio Grande do Sul, viu?

Aquele rapaz bom samaritano, defensor intransigente das empresas de lixo (que pagam) reside em luxuosa mansão em Jurerê Internacional está quietinho, né? Dizem que ele está na folha de pagamentos da Solvi, viu? O “bom samaritano” começou sua trajetória assassinando reputações na época que Fogaça foi prefeito. Armou de forma bandida uma denúncia infundada contra dois diretores do DMLU. O objetivo da armação/denúncia era mostrar aos lixeiros que tinha poder de causar enormes estragos. Anos depois, os dois diretores foram absolvidos. Só que o crime feito pelo “consultor” foi realizado. O “consultor” ficou riquíssimo… Quem pagava mais levava seus “serviços”, viu? Ele já foi um crítico feroz do pessoal da Solvi, viu? Ele foi “assessor” da Estre Ambiental (concorrente da Solvi), viu?

O negócio do Grupo Solvi é sabotar, denunciar, sacanear todas as empresas concorrentes. Um caso recente aconteceu na cidade de Santo Antonio da Patrulha, viu? Eles tem um profissional para realizar o serviço sujo? É o que dizem…

Me lembrei de outra parceira e sócia em negócios com o Grupo Solvi:

A Copelmi foi alvo de diversas denúncias e contestações, principalmente relacionadas ao polêmico projeto da Mina Guaíba, envolvendo irregularidades no licenciamento ambiental, desconsideração de comunidades indígenas e camponesas, e resistência popular que culminou na desistência dos projetos pela empresa em 2025, embora a empresa mantenha outros canais de denúncia em seu site. Houve também investigações do MPT-RS sobre assédio eleitoral em 2022. Assédio eleitoral para quem?

O Ministério Público de Santa Catarina joga pesado contra empresas do Grupo Solvi, viu? O pessoal da Solvi investe pesado em certos setores da mídia gaúcha. É o queridinho da mídia gaúcha. Lembram da Braskem? Eram adorados por conhecidos e famosos jornalistas “isentos” do Rio Grande do Sul, né?