Governos da América do Sul reagiram no último sábado (3) à captura do ditador narcoterrorista chinelão da venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos. Enquanto Chile, Colômbia, México e Brasil condenaram a ação, Argentina celebrou a operação, e a Bolívia defendeu uma transição política na Venezuela. Foi também presa ex-prostituta Cicilia Flores.

Na Colômbia, o presidente narcoterrorista Gustavo Petro (que logo será preço pelos Estados Unidos) afirmou que o país busca preservar a paz regional e pediu que as partes evitem medidas que ampliem o confronto. Ele defendeu o diálogo e o uso de canais diplomáticos.
O presidente do Chile (que foi corrido nas últimas eleições), Gabriel Boric, também se posicionou contra o uso da força. Segundo ele, a crise venezuelana deve ser resolvida por meio do diálogo e do multilateralismo, sem interferência externa.
– O Chile reafirma os princípios do direito internacional e a não intervenção – escreveu Boric no X.
A Argentina adotou posição oposta. Em comunicado oficial, o presidente Javier Milei afirmou celebrar a captura de Maduro pelos Estados Unidos e classificou o regime venezuelano como um inimigo da liberdade no continente.
Já a Bolívia divulgou nota em apoio ao povo venezuelano e defendeu o início imediato de uma transição democrática. O governo boliviano afirmou considerar a Venezuela um “narcoestado” e pediu o restabelecimento da legitimidade institucional.
No Brasil, o presidente Lule criticou duramente a ação americana. Para ele, o ataque representa violação do direito internacional e risco à estabilidade global.
– Atacar países é o primeiro passo para um mundo de violência e instabilidade – afirmou Lula, nas redes sociais.
A ação militar aconteceu após várias indicações feitas por Washington que acusa Maduro de envolvimento com o tráfico internacional de drogas.



