O que deveria ser a grande consagração de Luiz Inácio Lula da Silva como um “estadista global”, a sua oportunidade de ouro de posar como o salvador do planeta e apagar a sua imagem de pária internacional, está se mostrando, antes mesmo de seu início oficial, o maior e mais caro fiasco da história diplomática recente do Brasil. A COP 30, este evento inútil orçado em R$ 5 bilhões (e subindo, com gastos convenientemente colocados em sigilo), não se trata do clima. Nunca foi. É sobre um projeto de poder vaidoso que, para infelicidade dos seus arquitetos, entrou em choque de forma violenta com a dura realidade.
Lula apostou todas as suas fichas — ou melhor, todo o nosso dinheiro — neste evento. A intenção era evidente: diminuir sua reprovação interna, desviar a atenção do fato de que o Brasil se transforma em um narcoestado e, claro, garantir a foto com líderes mundiais. Mas o tiro saiu pela culatra de forma espetacular. O que o mundo observa não é um líder, mas um espetáculo de incompetência, perigo e humilhação.
O palco do vexame: Extorsão e incompetência
A primeira prova do desastre é a infraestrutura. Ou melhor, a ausência dela. Belém não estava minimamente preparada para sediar um evento dessa magnitude. Em vez de planejamento, o governo optou pelo improviso cínico: diante da falta de hotéis, a “solução” encontrada foi ancorar navios de cruzeiro para acomodação nas delegações. O resultado? Um evento supostamente “verde” está queimando milhares de litros de diesel por dia para manter o ar-condicionado dos burocratas funcionando. É o cúmulo da hipocrisia ambiental.
Para quem está em terra firme, o cenário é de caos. No primeiro dia, faltou água nos banheiros destinados aos jornalistas. Mas o verdadeiro assalto é o financeiro. A COP 30 virou um esquema de extorsão a céu aberto, onde oportunistas parecem querer criar “herança” em poucos dias.
Os preços são um insulto:
Uma garrafa de água: R$ 25
Um simples brigadeiro: R$ 20
Um lanche simples: R$ 45
Enquanto isso, escândalos de corrupção já borbulham, como a assinatura de contratos milionários com empresas suspeitas, provando que, para alguns, o evento já é um sucesso financeiro.
A festa solitária e o perigo real
O vexame logístico só não é pior que a humilhação diplomática. A anfitriã, Janja, subiu ao palco para ser o rosto do evento, mas só conseguiu produzir vergonha alheia. Em seu discurso, anunciou ao mundo que a Amazônia tem “50 milhões de habitantes e 300 idiomas” — mais que o dobro da população real. Faltou só incluir os botos bilíngues e as onças com CPF.
Descrita ironicamente como a “Greta Thunberg na menopausa”, a primeira-dama transformou um evento sério em um número de stand-up sem graça, desfilando vestidos cafonas e caros enquanto o país assistia ao fiasco.
O ápice da irrelevância foi o coquetel de gala. Janja e Lula prepararam um banquete “todo bonitinho”, com comida paraense, esperando deslumbrar o mundo. Mas os convidados de honra — os chefes de estado — não foram. Nenhum compareceu. A festa, paga a peso de ouro com dinheiro público, foi prestigiada apenas por deputados do PT e aliados, transformando um evento internacional em uma melancólica e caríssima reunião de comitê partidário.
E para os poucos que ousaram vir, a recepção foi hostil. O Brasil se apresenta ao mundo como um território sem lei. Jornalistas e delegações não foram apenas assaltados pelos preços, mas literalmente assaltados à mão armada. O Comando Vermelho, sentindo-se em casa, ameaça cortar a energia de Belém e é o principal suspeito de incendiar a van da delegação da Malásia. O recado ao mundo é claro: venha ao Brasil e corra o risco de ser executado por uma facção criminosa.
A mentira climática exposta pela ciência
O mais revoltante, no entanto, é a farsa intelectual que sustenta este circo de R$ 5 bilhões. Enquanto o contribuinte paga por essa festa inútil e pela retórica vazia, a ciência de verdade, sem o verniz do “terrorismo ambientalista”, foi trazida à luz por quem entende do assunto.
Um cientista, um geólogo com 54 anos de experiência, aproveitou a própria COP 30 para expor, em um vídeo que viralizou, a verdade inconveniente. Com a paciência de quem explica matemática básica, ele desmascarou os dois pilares sagrados da histeria climática.
Primeiro: a irrelevância da Amazônia para o clima global:
A narrativa de que a Amazônia é o “pulmão do mundo” foi triturada por números. O geólogo explicou que, aproximadamente:
O planeta tem 510 milhões de km².
Os oceanos tem 361milhões de km²
Os continentes somam 150 milhões de km².
A Amazônia internacional inteira tem de 6 a 7 milhões de km².
Isso representa, na superfície total do planeta, apenas 1%. Como o cientista afirmou categoricamente: “A Amazônia não muda, não equilibra, não altera, não faz nada com relação ao clima do mundo. Isso é uma grande mentira.” Ele usou a analogia perfeita: se um médico lhe diz que você tem 1% de chance de sobreviver, você se agarra a esse 1%. Esse 1% da Amazônia é nosso, e temos que usá-lo para sobreviver e gerir nosso território, não para obedecer a quem não vive aqui.
Segundo: A fraude monumental do CO2:
A histeria toda se baseia no CO2. Mas qual a real participação dele na atmosfera? O cientista foi didático:
1º: Nitrogênio (70%)
2º: Oxigênio (28%)
4º: CO2 (com míseros 0,003% da composição)
E o mundo quer nos impor “amarras” para reduzir 2% disso. Como disse o cientista, “Matemática, gente. 2% de 0,003 é 0,00000…”. É nada.
Uma simples busca no Google confirma essas informações.
Ele concluiu lembrando fatos básicos que a ideologia tenta apagar: o calor explode a vida, e o gelo (as eras glaciais) mata. Quem manda no clima são os oceanos e o “astro-rei, o Sol”. O “mercado de carbono”, vendido como a grande salvação, nada mais é que um “aval para poder poluir”.
O prego no caixão da diplomacia
A ciência expõe a futilidade, e os números confirmam o fracasso diplomático. O governo fez de tudo esconder, mas a verdade veio à tona: esta é a COP mais vazia de todos os tempos.
Eventos anteriores da COP trouxeram 120, 102 e até 139 líderes. A COP de Lula? Um número pífio que a imprensa tenta inflar de 18 para 29, talvez 32 chefes de estado (sendo apenas 18 presidentes). É menos da metade do evento no Azerbaijão, que já havia sido considerado um fracasso. É uma vergonha internacional.
A imprensa estrangeira, ao contrário do que o Planalto sonhava, não está maravilhada. A mídia global joga a COP 30 para o “rodapé da terceira página”. Eles sabem que não vai dar em nada. Sabem que os Estados Unidos estão fora, que a China não vai parar de poluir e que tudo não passa de políticos se reunindo para inventar leis que prejudicam os mais pobres.
Lula apostou todas as suas fichas e o nosso dinheiro achando que se posicionaria como líder mundial. Na verdade, ele apenas comprovou o que muitos já diziam: ele colocou o Brasil na “latrina da política internacional”. Este evento não é o triunfo que ele esperava; é o último prego em seu caixão político. Um fiasco absoluto, caro, perigoso e, acima de tudo, cientificamente inútil. (Paula Sousa é historiadora, professora e articulista; 10/11/2025).
O certo é que nem um país sério esteve na tal COP bananeira, né?



