Lei Antifaccão: Governo petista não quis conversar com relator sobre combate a criminosos

Relator da lei Antifacção, Guilherme Derrite (PP-SP) revelou um detalhe não registrado no noticiário: o governo Lula (PT), que costuma vitimizar bandidos, não quis conversar com o deputado. Ele não conseguiu discutir o projeto nem com representante da Secretaria de Relações Institucionais, da irascível Gleisi Hoffman, nem com seu marido líder do PT ou qualquer liderança governista: “Eles não queriam o debate, queriam apenas misturar política com segurança pública”, concluiu.

A necessária Lei Antifacção (que o PT não quer) foi aprovada na Câmara com 370 votos favoráveis. A Lei cria o marco legal para enfrentar organizações criminosas, com penas de 20 a 40 anos, novos tipos penais e regras para líderes de facções. No Senado, o relator Alessandro Vieira (MDB‑SE) informou que o texto ainda exige ajustes técnicos para evitar brechas na tipificação de crimes ultra‑violentos.

Uma pesquisa Quaest mencionada em reportagens apontou que 67% dos brasileiros aprovam operações policiais de grande porte contra o crime organizado, o que é interpretado como um indicativo de apoio geral a medidas mais rigorosas previstas no PL. Outra pesquisa indicou que 72% dos brasileiros apoiam classificar facções como terrorismo, uma das propostas que esteve em discussão no âmbito do projeto.

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