Promotoria obtem ordem judicial para aprofundar análise de transações de Renan do Santos e familiares; principalmente por suspeitas de lavagem de dinheiro e irregularidades financeiras envolvendo doações ao movimento e seu patrimônio pessoal, com investigações ampliadas para analisar transações bancárias e de familiares, apontando supostas confusões na gestão de fundos e inconsistências entre renda e gastos, com o próprio Renan negando irregularidades.
Onde há fumaça há fogo, né?
Dizem que o seu “representante” aqui é o tal de Ramiro 300 Pila, viu?



