Ministério Público da Bahia (MPBA) aceitou denúncia contra empresa do Grupo Solvi por crime ambiental… Grupo Solvi é ‘forte’ no RS, viu?

O Ministério Público da Bahia (MPBA) aceitou uma denúncia contra a Battre – Bahia Transferência e Tratamento de Resíduos por questões ambientais, e não contra o município de Entre Rios, como informado em manchete anterior. As denúncias foram recebidas após a empresa ter sido alvo de reclamações devido a problemas de poluição, mau cheiro, proliferação de vetores de doenças e descumprimento de normas ambientais, como detalhado em notícias recentes. A Battre é um dos braços da Solvi.

A Solví foi investigada na Lava Jato por meio de sua subsidiária Revita Engenharia, que teria emitido notas frias para fraudar R$ 600 mil, conforme apuração da contadora de Alberto Youssef, a Meire Poza. A empresa também foi cliente da consultoria de José Dirceu, e pagou para prefeituras para ganhar licitações.

O Grupo Solví também foi um dos maiores doadores de empresas a partidos políticos em eleições passadas, totalizando R$ 9,7 milhões em doações. 

Aqui no Rio Grande do Sul eles são donos/parceiros da CRVR, Copelmi… Possuem muita força da grande mídia e de conhecidos políticos gaúchos.

A mineradora gaúcha Copelmi tem sido alvo de diversas investigações e ações judiciais, principalmente relacionadas a questões ambientais e trabalhistas, notavelmente envolvendo o polêmico projeto da Mina Guaíba no Rio Grande do Sul.  A Copelmi é uma forte parceira do Grupo Solvi.

Em junho de 2025 aconteceu a nulidade do licenciamento da Mina Guaíba. A sentença definitiva foi dada pela 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), que julgou improcedente a apelação da empresa Copelmi para retomar o projeto pretendia instalar a maior mina de carvão a céu aberto do Brasil na região Metropolitana de Porto Alegre. 

Até o milionário lobista do lixo presta consultoria infinita para o pessoal do Grupo Solvi, né? Aquele lobista que mora em Jurerê…

Solvi, CRVR, Copelmi, Revita, Battre é tudo é a mesma coisa, viu?

Lembrar faz bem à saúde:

Em janeiro de 2018

Todos os citados na Operação Gramacho, da Polícia Civil do Pará e do Ministério Público do Estado, de combate a crimes ambientais no Aterro Sanitário de Marituba, na Região Metropolitana de Belém, já foram apresentados em audiência de custódia e tiveram a prisão preventiva mantida. Nelas, o Ministério Público do Estado do Pará solicitou a manutenção das prisões preventivas – o que foi deferido pelo juízo. Diego Nicoletti, diretor Norte e Nordeste da empresa Guamá Resíduos Sólidos que opera o aterro (subsidiária do Grupo Solvi, criada especialmente para esse empreendimento), e Lucas Rodrigues Feltri, diretor de operações da empresa, foram presos na quarta-feira, 6, tiveram audiências na quinta-feira, 7, e estão presos por decisão judicial no Centro de Recuperação Coronel Anastácio das Neves (CRCAN), localizado no Complexo Penitenciário de Santa Izabel.