A Fepam fez “vistorias” na CRVR/Copelmi em Minas do Leão ou do Carvão. As outras que foram vistoriadas levaram pesadas multas e até bolete para pagar receberam. A CRVR/Copelmi não foi tocada. O extraordinário poder da CRVR/Copelmi na Fepam é impressionante.
Em outros locais (que a CRVR/Copelmi) não tem negócios os prefeitos foram notificados de irregularidades ambientais (trancaram aterros sanitários). Onde a CRVR/Copelmi está não…. Impressionante…
Os Reis do Chorume tem costas quentes, né?
Município de Capão da Canoa e Tramandaí estão sendo autuados com muito rigor pela zelosa Fepam, viu? Só que a CRVR/Copelmi não atua nesses municípios.
Há duas décadas o carvão é lavado pela CRVR/Copelmi, através do seu aterro sanitário de Minas do Leão ou Minas do Carvão. É lavadocom chorume do aterro do lixo que está naquela cidade ao lado da Mina do Recreio (que é operado pela Copelmi Mineradora), onde é beneficiado o carvão e comercializado pela multi-milionária CRVR (do Grupo Solvi).

O carvão é lavado com chorume e é enviado para empresas como Braskem e Usina Termoelétrica Jorge Lacerda na cidade de Capivari de Baixo (SC), através da empresa Gabriella Mineração. O produto vendido pela CRVR/Copelmi absorve Metais Pesados e material orgânico como Nitrogênio Amoniacal em suas cavidade minúsculas.

Após passarem por fornos e gerar calor (energia) a Braskem e a Usina Jorge Lacerda gera um criminoso PASSIVO AMBIENTAL que contamina o ar com NOx Óxidos de Nitrogênio fora dos padrões exigidos e permitidos que precipitam cinzas de metais pesados que chegam ao solo e lenções freáticos, atingindo plantas e rios do entorno da Usina e da Braskem, como já foi amplamente demonstrado pelo Parecer Técnico do Ministério Público de Santa Catarina, que foi apresentado na última segunda-feira (15/12).

O resultado é a contaminação de áreas vizinhas por fuligem que alcançam plantas, pessoas e animais. Os comparativos com o Usinas como Candiota que tem outra fonte de carvão mostram que a gravidade do assunto é urgente e não aparece nos monitoramentos ambientais (do RS), pois a fonte da lavagem de carvão com chorume é negligenciada pelas empresas que agora estão sendo proibidas de lançar chorume para lavar o carvão em Minas do Leão e butiá. O crime ambiental já está feito. Uma pergunta que não quer calar: Qual vai ser impacto. Quantas pessoas vão pegar câncer?
A nossa zelosa Fepam não multa e só adverte. O Ministério Público do RS vai tomar alguma atitude? O MP de Santa Catarina está agindo com rapidez e eficiência. Aqui só ficam olhando. O poder da CRVR/Copelmi no Rio Grande do Sul é espantoso, viu?
OS REIS DO CHORUME SÃO PODEROSOS, VIU?



