Operação Paralelo Cinco (PF, CGU e TCE/RS) vai continuar forte em 2026… E a PF já indiciou 17 pessoas…

Empresário Humberto Silve Baccin e um conhecido advogado manipularam pregão eletrônico para favorecer empresas. Investigação aponta problemas no funcionamento de hospitais e no acesso a exames e tratamentos.

Só para lembrar os incautos:

PF indiciou 17 pessoas por de desvio de recursos em hospitais na Operação Paralelo Cinco/Irdesi/FPE-RS/CAMPI…

Várias trocas de mensagens obtidas pela PF mostram o envolvimento de um funcionário público e o direcionamentod e licitgação na FPE (Fundação de Proteção Especial do Rio Grande do Sul), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Social do RS.

A investigação do esquema criminoso que desviou mais de R$ 25 milhões envolveu o tal de IRDESI (Instituto Riograndense de Desenvolvimento $ocial Integrado), presidido pelo “empresário” Humberto Silva Baccin.

Baccin também é proprietário de uma tal de CAMPI, formada por centros multidisciplinares especializados no atendimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outros transtornos do neurodesenvolvimento. A empresa venceu um pregão eletrônico em novembro de 2023 para prestar serviços à FPE/RS. A tal de CAMPI atua forte em Santa Catarina, Mato Grosso, Acre, Pernambuco. É um polvo…

A PF vai investigar como ele “ganhou” os seus contratos milionários em Santa Catarina e Mato Grosso, viu?

Um robusto relatório da PF afirma que há “indícios concretos de manipulação de procedimento licitatório, por meio da utilização coordenada de duas pessoas jurídicas — Campi e Irdesi — controladas pelos próprios interlocutores”. O Sr. Beto Fantinel tem que tomar mais cuidado e fiscalizar melhor a tal de FPE/RS, viu?

É só a ponta do Iceberg…

Há uma lavanderia comandada pelo “empresário” Humberto Silva Baccin, viu?

É só investigar mais que vão descobrir bem mais que os R$ 25 milhões, viu?