A medida foi realizada na última sexta (9) pela prefeita Jussara Capapava. A regularização dos valores estava entre as várias prioridades da prefeita.
“Essas merendeiras fizeram um trabalho incrível para as crianças de nossas escolas. Cozinhar é um ato de amor que deve ser valorizado. Resolver essas pendências é o mínimo que podemos fazer para agradecer essas mulheres que se dedicaram a levar alimentação para os nossos estudantes”, afirmou a prefeita.

As profissionais, que atuavam nas escolas municipais, vinham relatando dificuldades financeiras diante do atraso dos pagamentos, situação que gerou apreensão às vésperas do recesso e das festas de fim de ano.
O calote vergonhoso nas merendeiras foi mais uma das inúmeras irregularidades cometidas pela “gestão” Cristian & João Paulo. Não é por acaso que os dois foram defenestrados do comando municipal de Cachoerinha, viu?
A “gestão” do ex-prefeito Cristian Wasem encerrou o mandato deixando uma dívida de mais de R$ 4,4 milhões com a empresa responsável pela coleta de lixo. Repito: mais de R$ 4,4 milhões. Não é “um atraso pontual”. Não é “um imprevisto”. É um padrão. Em 2024, R$ 1.524.135,24. Em 2025, R$ 2.948.400,16. Total: R$ 4.472.535,40. O número é indecente porque a consequência é indecente.
O que a cidade de Cachoerinha precisa agora não é só mutirão de caminhão e retroescavadeira. Precisa de auditoria: cronologia dos empenhos, liquidações, ordens de pagamento, justificativas formais, quem assinou o quê, quando e por quê. Precisa de responsabilização institucional, nos órgãos competentes, se houver indícios de irregularidade. E precisa, sobretudo, de uma regra simples para o futuro: serviço essencial não pode ser tratado como gambiarra orçamentária.
No fim, sobra uma verdade brutal: Cristian pode até tentar enquadrar tudo como “narrativa” de adversário. Mas lixo acumulado não é narrativa. É evidência. E, como se vê, evidência tem cheiro. Sigam o dinheiro (Follow the money).



