Prefeito Cristian de Cachoerinha pretende renunciar antes da iminente cassação. Bastidores indicam placar de 16 a 1

O meio político de Cachoerinha está bem agitado… Nos corredores do Paço Municipal o comentário é um só: Renúncia…

O prefeito Cristian prepara sua renúncia para evitar a cassação do mandato e a perda dos seus direitos políticos.

O clima político na cidade de Cachoerinha se deteriora rapidamente. O prefeito Cristian não perdoa seus vereadores (colegas de partido/MDB). Após a Câmara Municipal de Vereadores aprovar por 13 votos a 4, a abertura do processo de impeachment contra ele e seu vice João Paulo Ventania, o clima dentro do Paço Municipal passou a ser de total incerteza e revolta – nos corredores já se fala abertamente que Chefe do Executivo vai renunciar para evitar um vexame antes da votação final.

Segundo apuração junto a lideranças políticas da cidade, o placar da cassação tende a ser vergonhoso e devastador: 16 votos a favor do impeachment e 1 voto contra. Isso praticamente liquida com a carreira política de Cristian.

O início do fim de um “governo” isolado e sem palavra

A decisão da Câmara, tomada em sessão pública acompanhada por servidores, imprensa e comunidade cachoeirinhense, marcou o início de um processo que vai culminar no encerramento antecipado do atual governo (desgoverno). A Comissão Processante já foi formada, tendo com presidente Zeca Transportes, relator Mano do Parque e membro Gilson Stuart.

O tremendo desgaste político de Cristian vinha se intensificando desde as denúncias de uso político de programas municipais durante o período eleitoral de 2024, incluindo a vergonhosa entrega de 14 mil pares de tênis a alunos da rede municipal de ensino, além de vultuosos repasses emergenciais durante as enchentes do mesmo ano, que ultrapassam os R$ 2,7 milhões.

Esses fatos motivaram o pedido de impeachment, que agora segura o rito legal de 90 dias, conforme prevê a Lei Orgânica do Município.

Renúncia seria estratégia para preservar seus direitos políticos

De acordo com fontes próximas ao gabinete do prefeito, Cristian já planeja renunciar voluntariamente antes da conclusão do processo de impeachment para evitar a perda dos seus direitos políticos, que se tornaria quase inevitável em caso de cassação formal pelo Legislativo Municipal.

A renúncia, nesse contexto, não seria apenas um gesto de desistência, mas um movimento calculado de autopreservação política. Cassado, o prefeito ficaria inelegível por 8 anos; renunciado, ainda teria espaço para articular sua imagem e tentar uma cadeira na Assembleia (que é muito difícil.

Além do processo político-administrativo, o prefeito do MDB enfrenta uma ação eleitoral grave – A AIJE 0600571-47.2024.6.21.0143 – que investiga e apura abuso de poder econômico e político na campanha municipal de 2024. O cerco jurídico e político se fecha por todos os lados.

A cassação do prefeito Cristian e do vice João Paulo Ventania e iminente e irreversível.

Clima de isolamento total

Nos últimos dias, aliados históricos começaram a ser afastar do prefeito. Vereadores que antes lutavam e sustentavam seu “governo” já manifestaram voto favorável à cassação, e o ambiente no plenário é de unanimidade crescente. “Hoje o placar é de 16 a 1. Não há mais governo em Cachoerinha”, afirmou um parlamentar que preferiu não se identificar que também prefere não se identificar disse ao Editor do Site: “Cristan não cumpre nenhum acordo e nunca cumprirá. Está no DNA dele trair”

“Hoje o placar é de 16 a 1. Não”Cristan não cumpre nenhum acordo e nunca cumprirá… Está no DNA dele trair” há mais governo em Cachoerinha”

Moralmente o prefeito Cristian já está cassado, viu?