Uma reportagem de uma grande rede de comunicação de São Paulo explica tudo…
Um dos maiores líderes do MBL, Cristiano Beraldo, está envolvido no esquema de sonegação de imposto da empresa Refit, de Ricardo Magro, e não tem MBL nem JP para livrar sua cara, mesmo que digam estar ao lado de Beraldo nesse momento. Contas e empresas offshore, tudo indica que são usadas para lavagem de dinheiro, e o líder do movimento de direita vai ter que se explicar — e acertar suas contas — com. Justiça brasileira.

O MBL agora é Missão… Missão de falcatruagem…
O MBL do Rio Grande do Sul é “comandado” pelo vereador Ramiro 300 Pila ou Ramiro do Rosário, viu? Rosário é um infiltrado do MBL ou Missão no Partido Novo, viu?
O chefão do MBL ou Missão também tem seus rolos. Os moralistas do MBL ou Missão não são brincadeira, viu?
Rosalina Maia, de 53 anos, é moradora de um sobrado na Vila Liviero, na periferia da zona sul de São Paulo. Em seu nome, não há nenhum imóvel, segundo os cartórios da cidade. Mesmo assim, ela aparece como sócia de uma empresa usada pela família do coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL/Missão), Renan dos Santos, para fazer movimentações milionárias. O Estadão apurou que o Ministério Público obteve autorização da Justiça para aprofundar investigações e aguarda o resultado de uma quebra de sigilo ampliada sobre essas transações consideradas suspeitas.

Apesar de estar no papel em nome de Rosalina, e de ser sediada em um bairro humilde na cidade de Simões Filho, na Bahia, a Angry Cock foi usada por Renan e sua irmã, Stephanie, para movimentar R$ 1,8 milhão. Os dados são da Operação Juno Moneta, de 2020, deflagrada para investigar a família do líder do MBL por suspeita de lavagem de dinheiro. Conforme as apurações, o Ministério Público identificou transações financeiras de R$ 1,3 milhão entre a Angry Cock e outras empresas, e pediu uma quebra de sigilo mais detalhada. A Justiça autorizou, mas as informações ainda não foram enviadas pelos bancos.
O jornal O Estadão de S.Paulo também obteve acesso a três denúncias oferecidas até o fim do ano passado, por fraudes em licitações milionárias – decorrentes da mesma investigação -, contra o empresário Alessander Monaco, ligado ao MBL. O ilibadíssimo Renan foi acusado de tráfico de influência em benefício deste empresário, mas a acusação contra ele foi rejeitada pela Justiça. Sempre há um JUIZ amigo, né?
Nas últimas semanas, o MBL foi abalado politicamente por declarações de seus próprios integrantes. O deputado Kim Kataguiri (Podemos-SP) teve de pedir desculpas após afirmar que foi um erro a Alemanha ter criminalizado o partido nazista. Dias depois, o deputado estadual Arthur do Val (sem partido-SP) fez declarações machistas sobre ucranianas refugiadas. Ele se desfiliou do Podemos e corre o risco de perder o mandato.
Renan, que esteve com Arthur do Val na fronteira do país europeu defendeu o colega em uma live do movimento com gritos e palavrões. Os problemas do grupo, porém, vão além de falas identificadas como de aceno ao extremismo de direita ou sexistas.
Há relatórios de busca e apreensão e de análises de quebra de sigilo bancário da Operação Juno Moneta. Segundo dados da Receita Federal, Renan e familiares são donos de empresas quebradas e inativas que somam R$ 396 milhões em dívidas.
Em um dos relatórios, o Fisco diz que o “segredo do sucesso” da família é “simples”: “Eles não declaram nem pagam os tributos devidos, e, com isso, enriquecem com a apropriação indevida dos tributos pagos pelos consumidores finais”. Mesmo inativas e abarrotadas de dívidas, as empresas movimentam valores vultosos e fazem depósitos nas contas da família Santos. Renan nega irregularidades (eles sempre negam, né?).



