Apesar de comparecerem à Polícia Civil da Bahia, o presidente da associação Ação Ambiental, Jadir Silva, e o biólogo Giuliano Báo, permaneceram em silêncio nas oitivas que investigam a coleta de resíduos para a elaboração da cadeia de custódia de amostras usadas em ação contra um concorrente da Bahia Transferência e Tratamento de Resíduos (Battre), empresa do Grupo Solví.
O Grupo Solví e dono no Rio Grande do Sul da CRVR e parceiro da gaúcha Copelmi. Dizem que o modus operandi do Battre (do Grupo Solví) é o mesmo da Bahia.
A rede de proteção política dentro do atual governo com o Grupo Solví (CRVR/Copelmi) é impressionante.
O MP/SC investiga do Grupo Solví sobre aquele chorume que é enviado perto da cidade de Tubarão, viu?
O impressionante é que aquele rapaz que mora numa mansão em Jurerê Internacional está completamente calado, né? Dizem que está na folha de pagamento da Solví…
Aquele idoso jornalista sem dentes (que é sócio do cara de Jurerê) também não escreve mais nada contra os esquemas do lixo, né?
Os dois “rapazes” não vão falar sobre o monopólio dos aterros de lixo que existe no Rio Grande do Sul?

O dinheiro silenciou os defensores do meio ambiente?



