Objetivo de alguns times (os principais) do país é fazer o governo federal rever o fim da publicidade imediata das casas de apostas
A inteção de interromper o campeonato foi debatida na última segunda-feira (28) em conversas telefônicas e por mensagens entre vários dirigentes do futebol brasileiro. Na mesma conversa eles decidiram boicotar uma reunião com o governo federal, que acabou sendo cancelada. A ideia dos clubes ao colocar uma possível greve na mesa de negociação seria forçar o governo a dar um prazo para o fim da publicidade de empresas de apostas, o que iria de seis meses a um ano. Além disso, ao mexer com o Brasileirão, os clubes fazem a CBF também ter que tratar o assunto, já que o calendário organizado pela entidade já é bem apertado. Apesar de alguns jogos que estavam atrasados, o campeonato terá a princípio a primeira rodada após a MP no dia 7 de outubro por causa da Data Fifa.
Os clubes, representados pelo Sindicato Nacional das Associações de Futebol Profissional (Sinafut), entrou com um pedido no STF para, junto com as casas de apostas, barrar a Medida Provisória na justiça. O Sinafut tem uma forte influência na CBF.



