Reinaldo Azevedo: Recebeu pagamentos mensais de R$ 100 mil (totalizando R$ 1,2 milhão a partir de março de 2024) por meio de um contrato de patrocínio do Banco Master (via empresa Super) para o seu podcast Reconversa.
O tal de Rey (seu apelido) foi um crítico feroz do PT. O Rey é tido como um petista de ocasião, viu? Foi ele que apelidou os petistas de PTralhas.
Léo Dias: Uma empresa ligada ao jornalista (Leo Dias Comunicação e Jornalismo) foi identificada em relatórios com ao menos seis repasses financeiros do Banco Master e outros valores via empresas ligadas à instituição.
Guilherme Amado e Diego Escosteguy: Citados em mensagens de julho de 2025 de Vorcaro como nomes indicados por uma assessora (Ana Lúcia Matos) em uma lista de “maldosos controlados”, embora as conversas não detalhem pagamentos diretos a eles.
Gabriela Prioli: Citada em investigações da PF e em mensagens que apontam um contrato para a produção de vídeos com aprovação de roteiros ligada ao esquema do banco.
Veículos citados nas investigações de rede de influência dos lulistas patrocinados por Vorcaro:
Diário do Centro do Mundo (DCM), IstoÉ, CartaCapital, Brazil Journal e PlatôBR (Nota: Acusações contra outros jornalistas, como Malu Gaspar, formam desorvidadas e desmentidas por agências de checage.



