A pressão para que Jaques Wagner deixe a liderança do governo no Senado aumentou após seu envolvimento nas investigações do caso Master. Aliados de Lula temem que a crise prejudique a pré-campanha presidencial do PT em 2026.
Mesmo sob cobrança interna, Wagner segue no cargo e mantém conversas com Lula. Lideranças petistas articulam uma estratégia para desvincular o presidente do caso e concentrar o debate eleitoral na disputa contra Flávio Bolsonaro.
Nos bastidores, uma reunião entre Lula e Wagner deve definir os próximos passos. Parte do PT avalia que uma saída voluntária permitiria ao senador focar na própria defesa e reduzir o desgaste político do governo.
O senador baiano tem que entender que Pau Que Bate em Francisco, Bate em Chico, viu?



