O desembargador presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, José Antônio Encinas Manfré, negou monocraticamente um recurso do coach Pablo Marçal e o manteve inelegível até 2032. De última hora, o coach lançou sua candidatura à Presidência pelo PRTB, mas foi proibido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, de ir a debates, fazer campanha e propaganda eleitoral até que se conclua o julgamento do registro da candidatura.
A decisão da corte paulista é da última sexta-feira, 21, na ação que discute a legalidade do sistema de cortes e de remuneração de seguidores para engajar os perfis de Marçal nas redes sociais. Na campanha para a prefeitura de São Paulo, em 2024, o coach prometeu ganhos financeiros para os seguidores que mais conseguissem visualizações com trechos de vídeos seus nas redes. Como isso não foi contabilizado nos gastos de campanha, Marçal tornou-se inelegível. Ele tem mais duas condenações similares além dessa.
Reverter a decisão no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é praticamente impossível. Deverá ter dois votos (Kassio e Mendonça). Os outros membros não permitirão que o coach dispute as eleições de 2026.



