Esse foi o desfecho de 93,2% das decisões de segunda instância sobre o tema nos últimos 12 meses (do início de julho de 2025 até o final de junho de 2026), conforme levantamento feito pela revista eletrônica Consultor Jurídico nos quatro maiores Tribunais de Justiça do país (TJ-SP, TJ-RJ, TJ-MG e TJ-RS).
A posição do profissional que acompanhava o paciente (chamado de médico assistente) prevaleceu em 165 dos 177 acórdãos identificados pela ConJur. Na maioria dos julgamentos, os desembargadores afirmaram expressamente que a avaliação da junta médica não tem força para afastar a recomendação de quem conhece melhor a situação clínica do paciente.



