Novos leitos simbolizam esforço para tirar o HU (Hospital Universistário de Canoas) da UTI

Com a inauguração de mais 10 novos leitos de UTI no Hospital Universitário (HU) de Canoas, anunciada na semana passado, no Dia Mundial da Saúde, é um símbolo do esforço para tirar o próprio hospital da UTI.

Depois de meses em que o HU (Hospital Universitário de Canoas) esteve no centro de uma crise que envolveu risco de interdição em áreas críticas, pressão institucional e exposição pública de fragilidades, a entrega da reforma da UTI 1 traz alento.

Com a reforma completa do espaço — do ambiente à aparelhagem — o hospital passa a contar com 85 leitos de UTI, sendo dez deles recém-entregues para atendimento de alta complexidade.

A ampliação significa melhorar um dos pontos mais sensíveis do sistema de saúde: a terapia intensiva, onde decisões são urgentes e o tempo é determinante.

Mas, no caso do HU (Hospital Universitário de Canoas), o impacto vai além dos números. O hospital não é uma unidade qualquer. É referência para mais de 150 municípios e atende uma parcela significativa da população gaúcha, especialmente aquela que depende exclusivamente do SUS.

O prefeito Airton Souza e o CEO da Associação Saúde em Movimento, Cláudio Vitti não medem esforços para melhorar e dar maiores condições ao importantíssimo hospital da Região Metropolitana de Porto Alegre.