O ativista brasileiro Thiago Ávila do PSOL, uma das principais lideranças da chamada “Flotilha da Liberdade”, associada a mobilização internacional de Greta Thunberg, foi alvo de denúncias de assédio sexual relacionadas à sua participação em uma missão da Flotilha.
Relatos apontaram comportamentos inadequados contra voluntárias da organização. As denúncias indicaram envolvimento de pelo menos três voluntárias do movimento. Estão fazendo de tudo para tentar abafar o caso, viu?
Segundo o jornal americano New York Post o ativista do PSOL se envolveu sexualmente com ao menos três voluntárias durante a trevessia.
Detido por forças israelenses após a interceptação de uma flotilha humanitária em águas internacionais, o ativista brasileiro Thiago Ávila (do PSOL) relata ter sido alvo de agressões físicas e violência psicológica. A informação foi relatada pela esposa do ativista, Lara Souza, que afirma que o ativista relata episódios de tortura e intimidação, incluindo ameaças direcionadas a ele e à família no Brasil. Agora são vítimas, né?
Sua prisão foi prorrogada por decisão judicial e uma nova audiência está marcada para esta terça (05/5), ao meio-dia no horário local. O ativista responde a cinco suspeitas apresentada por autoridades israelentes, inclusindo acusações de associação com o terrorismo, e colaboração com o inimigo em contexto de guerra.
O tarado bem que merecia pegar uns 10 anos de canoas, né?



