O escândalo envolvendo o Grupo Solví na Bahia gira em torno de investigações por crimes ambientais, renovação milionária de contratos de aterro sanitário sem licitação e acusações de degradação em Salvador e Camaçari, englobando operações policiais, ações do Ministério Público e suspeitas de irregularidades em laudos técnicos.
A Battre (Bahia Transferência e Tratamento de Resíduos), empresa do Grupo Solví operadora do Aterro Metropolitano Centro em Salvador, e um de seus diretores foram indiciados pela Polícia Civil da Bahia após perícia apontar práticas de degradação ambiental na região do aterro.
CONTRATO BILIONÁRIO SEM LICITAÇÃO
A Prefeitura de Salvador renovou a concessão do aterro com a empresa por mais 20 anos, em um acordo estimado em R$ 2,6 bilhões realizado sem nova licitação, o que atraiu questionamentos de órgãos de controle e do Ministério Público da Bahia (MP-BA) sobre reajustes tarifários e omissão fiscalizatória.
CASO CETREL/CAMAÇARI
Outra empresa ligada ao grupo, a Cetrel, foi alvo de ação civil pública do MP-BA devido ao despejo irregular de efluentes no Rio Capivara Pequeno, apontando riscos à saúde pública e reincidência de falhas estruturais.
GRAVE SUSPEITA DE FRAUDES EM LAUDO
Documentos anexados a ações civis revelaram indícios de inconsistências e repetição idêntica de horários em coletas de amostras de água e sedimentos de laudos associados à operação da Battre, levantando suspeitas de manipulação cronológica.
Aqui no RS o Grupo Solví é dona da CRVR. Sua parceira é a COPELMI.
PROBLEMAS DO GRUPO SOLVÍ EM CURITIBA-PR
Dizem que em 2024 a Solví Essencis, gestora de aterro polêmico na Cidade Industrial de Curitiba, recebeu financiamento de R$ 235 milhões do BNDES. O principal questionamento se dá por não apresentar o Estudo de Impacto Ambiental (EIA-RIMA) exigido pela lei desde 2010. O Sr. Raffin nunca criticou no seu blog tais informações, né?

A empresa opera um aterro sanitário localizado na Cidade Industrial de Curitiba (CIC) que tem sido alvo de críticas e questionamentos por não apresentar o Estudo de Impacto Ambiental (EIA-RIMA) exigido pela legislação desde 2010, além de conflitos fundiários na região.
O aterro sanitário na CIC, operado pela Solvi Essencis, está em funcionamento sem o EIA-RIMA desde 2010. Este estudo é essencial para a obtenção do licenciamento ambiental, o que levanta sérias preocupações sobre a regularidade da operação.
Em 2014, o Ministério Público do Paraná entrou com uma ação civil pública questionando as renovações sucessivas das licenças ambientais concedidas pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) ao aterro.

Dizem que Grupo Solví/CRVR tem trânsito livre dentro das atuais esferas do poder execuivo gaúcho.
Dizem que o modus operandi da Bahia é o mesmo aqui do Rio Grande do Sul. Dizem que em Santa Catarina o MP/SC investiga o chorume produzido pela CRVR, viu?
Dizem que o Grupo Solví/CRVR têm como assessor o consultor de lixo Enio Noronha Raffin.
Dizem que ele ganhou uma casebre na Rua Dos Carapanas, 125, Jurerê Internacional. Pesquisem no Google onde ele tem seu escritório/residência.
Aqui no RS o Grupo Solvi pe dona da CRVR e sua parceira é a COPELMI.




