O executivo Humberto Arthur Tupinambá Neto, sócio e diretor do Banco Genial, está entre os 40 alvos da Operação Crédito Oculto, deflagrada na manhã desta quinta-feira (24) pelo Ministério Público de São Paulo contra o esquema de lavagem de dinheiro da máfia dos combustíveis.
O grupo é acusado de manter ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC).
As buscas também atingiram seus irmãos, André e Bruno Tupinambá. Imóveis do executivo e dos irmãos estão entre os alvos da operação.
Até esta quinta-feira (24), o nome de Tupinambá circulava pouco fora do mercado financeiro. Agora, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) o aponta, ao lado do advogado Rogério Garcia Peres, como um dos responsáveis pela estrutura que teria escondido os empresários Roberto Augusto Leme da Silva, o Beto Louco, e Mohamad Hussein Mourad, o Primo, na compra da distribuidora de combustíveis Terrana.
São cumpridos mandados de busca e apreensão em São Paulo e outros seis estados. Entre os alvos das buscas estão Humberto Arthur Tupinambá Neto, executivo do Banco Genial, e seus irmãos, André e Bruno Tupinambá. O dono da Entre Investimentos, o empresário Antonio Carlos Freixo Junior, conhecido como Mineiro, também é alvo. Mineiro, segunda as investigações sua empresa foi usada por Vorcaro para enviar US$ 12,33 milhões destinados ao financiamnto do filme Dark Horse. Mineiro está fazendo delação premiada…
Como são ligados ao PCC deverão serem entregues aos Estados Unidos, né?



