O PL projeta encerrar as eleições de outubro com a maior bancada do Senado, com 28 parlamentares. Mesmo assim, a legenda continuará precisando do apoio de outras siglas para aprovar propostas consideradas como o impeachment de ministros do STF e a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.
A ampliação da representação no Senado é uma das principais metas defendidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Antes de ser preso, ele afirmou que pretendia formar uma bancada de 44 a 60 senadores aliados.
Porém, mesmo com a maior bancada, o PL não teria votos para aprovar projetos de lei ou propostas sem o apoio de partidos que hoje não integram formalmente a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL). Parte dessas legendas, inclusive, já sinalizou o apoio a um eventual novo governo do presidente Lula (PT), caso seja reeleito.
O presidente Lula sabe muito bem lidar com os senadores que não fazem parte do PL.



