No Rio de Janeiro as licitações na área da saúde são altamente rigorosas contra qualquer Organização Social de fora. Exigem o possível e o impossível. Estão certos. Tem que exigir mesmo. No Rio de Janeiro é Porteira Fechada.
Já no Rio Grande do Sul (Porto Alegre) a porteira é aberta, escancarada, exigem o mínimo de documentação. É a Casa de Irene… A nova diretriz é facilitar…

Dizem (como dizia o grande advogado Lia Pires) que é para desburocratizar. Agora a palavra desburocratizar significa favorecer, né?
Dizem que tem o dedo, pé, mão do:

Aquelas fotos dos três figurões gaúchos no Rio de Janeiro vão aparecer. Gente importante já teve o prazer de ver.
Será que o zeloso chefe maior do executivo de Porto Alegre concorda com porteira aberta elaborada dos canhotos da SMS?
Dia 11 vão divulgar o resultado que vai colocar aquele pessoal que é pragmático (faz acordos) com traficantes de drogas e com as milícias cariocas.
São quase R$ 1 bilhão em contratos na área da saúde.
Aquele pessoa pragmático com os traficantes e milicianos cariocas são queridinhos da mídia carioca. Queridinhos de jornalistas canhotos, artistas e outros intelectuais cariocas, viu? Vai ser a Gamp de Porto Alegre.
Aqui na SMS/Porto Alegre eles encontraram amigos que acreditam nosd pragmáticos.
Viva, Viva, Viva River… Esses aí já foram desclassificados e “misteriosamente” classificados, viu?

Os malandros estão felizes…
Vão fazer a terceirização da terceirização…
Política: Made In SMS/Porto Alegre…





