O Presidente Estadual da Juventude do PL/RS, José Capaverde publicou no Facebook o seguinte:
“Esse pessoal (que foram cassados) era um atraso para Cachoerinha, que livramento. Esse João Paulo é um cidadão deplorável, ruim de trato, sem palavra, sem desenvoltura, um poste na vice-prefeitura, de quebra atrapalhava o povo aprovando esse tipo de coisa“.
Capaverde está falando de uma investigação da Polícia Civil sobre as compras emergenciais feitas pela Prefeitura de Cachoerinha durante as enchentes por suspeita de sobrepreço.
A chapa cassada de Cristian e de Joao Paulo, que já enfrenta turbulências políticas após a cassação, agora também terá que lidar com outro problema: compras emergenciais realizadas durantes as enchentes de 2024.
Documntos apontam a compra de capas de chuva por cerca de R$ 199,00 a unidade, valor exorbitante, quando comparado ao preço médio de mercado, onde o item costuma custar entre R$ 40,00 e R$ 50,00. Também aparecem calças pantaneiro adquiradas por aproximadamente R$ 799,00, enquanto produtos semelhantes podem ser encontratos no máximo por R$ 200,00. Outro item listado é a lanterna por cerca de R$ 359,00, sendo que modelos equivalentes costumam custar entre R$ 60,00 e R$ 120,00 no comércio.
Além da apuração policial, documentos da Unidade de Controle Interno (UCCI) da própria Prefeitura apontam irrgularidades em processos de compras emergenciais, como ausência de pesquisa de preços, falta de orçamentos comparativos e inexistência de justificativas detalhadas para a escolha de fornecedores, o que dificulta comprovar se os valores pagos estavam e acordo com os praticados no mercado.
Na época a dupla colocou a culpa num bode expiatório, né?
Bode expiatório é uma expressão que define uma pessoa ou grupo culpado injustamente pelos erros, falhas ou infortúnios de outros, servindo como alvo para desviar a responsabilidade.

O ex-delegado e o ex-prefeito tem muito o que explicar sobre aqueles milhões que gastaram na enchente de Cachoerinha, né?



