O Pinóquio de Cachoerinha, o tal do Cristian e o Xerife queriam faturar politicamente no caso das ciclovias…

Revelador documento mostra: Que o cassadoPinóquio Cristian sugeriu acordo com empresa da ciclovia e agora trata como “escândalo”.

A sofisma do Pinóquio foi desmontada… A mentira tem perna curta… A assinatura apareceu…

Por essa o Pinóquio Cristian e o Xerife não esperavam…  O prefeito cassado Cristian Wasem foi às redes falar em “escândalo”. Mirou na gestão interina de Jussara Caçapava, levantou suspeitas infundadas, evocou relações da empresa com a Lava Jato e prometeu denúncia ao Ministério Público.

O problema do Pinóquio e do Xerife é que o processo conta outra história. E, desta vez, com assinatura.

O acordo citado por Cristian não é clandestino nem administrativo: é judicial. Foi homologado em 25 de fevereiro de 2026 pelo juiz Cássio Benvenutti de Castro, da 2ª Vara Cível de Cachoeirinha, encerrando a ação de cobrança movida pela empresa contra o município .

Na prática, o Judiciário validou uma composição entre as partes, mecanismo comum quando há risco de condenação maior ao erário.

O próprio acordo deixa claro esse ponto: a negociação buscou evitar uma derrota judicial potencialmente mais onerosa, com incidência contínua de juros e correção monetária.

A origem do litígio remonta ao contrato nº 057/2014, ainda na gestão de Miki Breier, que previa obras de pavimentação, calçadas e ciclovias.

Parecer do Ministério Público de Contas e decisões do Tribunal de Contas do Estado indicam um cenário clássico de obra pública mal executada: o município deixou de pagar reajustes devidos e a empresa atrasou e não cumpriu integralmente o cronograma.

O Pinóquio Cristian e o Xerife queriam faturar politicamente. Os cassados (Miki, Cristian e o Xerife) achavam que suas mentiras iriam durar muito. Foram desmascardos vergonhosamente.

O Pinóquio e o Xerife são investigados pela PF por aqueles roubos praticados nas compras superfaturadas nas enchentes. Foram salvos na época por ter um “amiguinho” no TCE-RS. Aquel Tribunal que faz acordinhos com os amiguinhos, né?

Procurem saber qual foi o “conselheiro” que abafou o caso das compras nas enchentes. Só que na PF não existe apadrinhamento e nem proteção, viu?

Os Malufistas estão em todos os lugares, viu?